segunda-feira, 30 de abril de 2012

MODULO 15 Maquetização e Prototipagem


Oficina Gráfica | Módulo 15 | Maquetização e Prototipagem


Célia Araújo | 30-04-2012



Projecta o teu trabalho 



Neste modulo foi proposto a realização de uma capa e contracapa, para o relatório da nossa PAP - Prova de Aptidão Profissional. E também a paginação do mesmo. 





                                                                           Capa



















Neste módulo acho que consegui concretizar tudo o que foi pedido, acho que fiz um bom trabalho por isso avalio-me com 18 valores.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Módulo 13 - Produção Gráfica 2

Oficina Gráfica | Módulo 13 | Produção Gráfica 2


Célia Araújo | 12-03-2012


É uma produção em que tu podes inspirar


Neste módulo foi proposto fazer uma cartaz para a Semana da Leitura na Escola Secundária Rocha Peixoto, em que este ano o tema era " todos a lerem em todo o lado".

Primeiro Cartaz



Cartaz Final


Neste cartaz optei por escolher o tema das energias renováveis porque estamos a passar por um ano de crise assim aproveitei para divulgar ás pessoas para pouparem. "Todos a lerem com toda a gente em todo o lado" é um slogan para demonstrar que ler não é só para adultos mas sim também para crianças.


Diploma








Neste módulo acho que consegui concretizar tudo o que foi pedido, acho que fiz um bom trabalho por isso avalio-me com 19 valores.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Módulo 11 - Impressão 1

Oficina Gráfica | Módulo 11 | Impressão 1


Célia Araújo | 11-03-2012


A tua impressão em alta qualidade




O que é a impressão?

Impressão é a tarefa ou atividade de transferir para um suporte material qualquer (papel, tecido, plástico, acetato, madeira etc.) um determinado conteúdo ou conjunto de signos (letras, palavras, textos, figuras) armazenados em um formato digital para fins de comunicação.

A partir da impressão podem vir a publico fotografias, jornais, revistas, livros, cartas, documentos, folders, entre outros. Para executar uma impressão é necessário o uso de uma impressora, aparelho eletrônico que transfere o aspecto visual a uma superfície física através de variados recursos como laser e tinta.


Tipos de impressão

I


Impressão Offet

Offset

É o método mais comum da indústria gráfica e utilizado pela maioria das empresas que prestam serviços de impressão em grande escala. A impressão offset é uma ótima opção quando se necessita de economia. Basicamente o sistema de impressão utiliza a imagem gravada em uma chapa de metal transferindo a tinta para o papel através de cilindros de borracha.







Impressão digitalImpressão digital

Desde que foi introduzida a impressão digital tem ganhado muito do mercado gráfico, por sua agilidade e também pela facilidade do processo de impressão, pois as imagens são transferidas diretamente do computador para o papel, da mesma forma que as impressoras pessoais que temos em casa.






TipografiaImpressão tipográfica

Um dos primeiros métodos de impressão, a tipográfica que foi criada por Gutenberg, utiliza o conceito de impressão em relevo, onde a imagem a ser impressa é gerada em uma superfície e depois transferida para o papel. Aos poucos esse método está se tornando obsoleto, ficando ultrapassado pelos métodos atuais que dão mais agilidade e recursos na produção gráfica.










Impressão eletrostáticaImpressão eletrostática

È muito semelhante a fotocópia, pois a imagem é transferida para o papel através do calor, e assim como a impressão digital é indicada para produção de pequenas tiragens.








SerigrafiaSerigrafia

A serigrafia é um dos métodos de impressão mais antigos desta lista, também com a evolução da tecnologia tem perdido bastante do seu destaque, mas ainda é mito utilizado na produção de brindes e estamparia. Na serigrafia a imagem é gravada em uma tela de tecido, por meio de emulsões e posteriormente transferida para o papel ou a peça a ser personalizada.





Vantagens da impressão digital

Quando o trabalho de um cliente tem de ser impresso a preços baixos e em pequenas quantidades não resta alternativa que resolva esses dois pontos que não passe pela impressão digital. Até há algum tempo a impressão digital era tida como parente pobre da impressão de qualidade e se pretendíamos ter um trabalho impresso com qualidade tínhamos de nos submeter aos caprichos da impressão em offset. O desenvolvimento da tecnologia de impressão digital veio permitir que tenhamos impressões de alta qualidade no formato digital, com algumas vantagens sobre o offset que passo a enunciar:

Rapidez e simplicidade

A impressão digital dispensa a produção de fotolitos ou chapas.

Prova igual ao trabalho final

Na impressão digital a prova é feita no mesmo equipamento da impressão final, logo o que o cliente aprova é exatamente o que você recebe.

Multiplicidade de originais

Qualquer arquivo pode virar um impresso, até mesmo aqueles que originariamente não teriam qualidade para uma impressão off set convencional.

Impressão de pequenas quantidades

Na impressão digital, devido à simplicidade do processo e à viabilidade econômica para pequenas tiragens, pode-se imprimir apenas o que é necessário, garantindo impressos sempre atualizados e reduzindo os desperdícios.

Personalização das impressões

Na impressão digital cada impresso pode ter conteúdo diferente (dados variáveis), possibilitando comunicação individualizada. Podendo mesmo receber informação de uma base de dados e personalizar cada conteúdo com um campo dessa mesma base de dados.





Bibliografia

http://pt.wikipedia.org/wiki/Impressora

http://www.oficinadeimpressao.com.br/impressoes.html

http://www.copycats-printing.com/web/content/equipmentDetail.aspx?id=121

http://www.graficaebrindes.com/tipos-de-impressao-grafica.html

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Módulo 10 - Fotografia Digital

Oficina Gráfica | Módulo 10 | Fotografia Digital

Célia Araújo | 9-12-2011



Explora as tuas imagens


Fotografia Digital

Designa-se por fotografia digital a fotografia tirada com uma câmera digital ou determinados modelos de telefone celular, resultando num arquivo de computadorque pode ser editado, impresso, enviado por e-mail ou armazenado em websites ou em dispositivos de armazenamento digital. Dispensa, assim, o processo derevelação. A visualização da imagem pode ser feita no ato, através dos recursos da câmera digital (normalmente, uma tela de LCD), e a manipulação da imagem pode ser feita em um computador, usando-se softwares editores de imagem como o Photoshop, GIMP, entre outros.

Canon EOS Digital Rebel XT (EOS 350D)


Pesquisa de fotografia Digital:



Create an Incredible Story Coming Alive Fantasy Photomanipulation



Create a Lost Fantasy Micro World with Powerful Photo Manipulation Techniques in Photoshop




Neste módulo foi proposto fazer fotografia digital onde tínhamos que pegar em imagens e altera-las . Acho um trabalho bastante interessante.


Esboços trabalho













Trabalho final



Imagens utilizadas




Auto-avaliação

Acho que fiz um bom trabalho e avalio-me com 19 valores.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Módulo 8 Fotografia

Oficina Gráfica | Módulo 8| Fotografia

Célia Araújo | 12-10-2011




O outro lado da fotografia


Como surgir a fotografia?


A primeira fotografia reconhecida é uma imagem produzida em 1825 pelo francês Joseph Nicéphore Niépce, numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo. Foi produzida com uma câmera, sendo exigidas cerca de oito horas de exposição à luz solar. Os processos utilizados antigamente eram muito parecidos com os actuais, pois também produz um negativo que pode ser reutilizado para produzir várias imagens positivas. Recentemente, os processos fotográficos modernos sofreram uma série de refinamentos e melhoramentos sobre os fundamentos de William Fox Talbot. A gravação digital de imagens está crescentemente dominante. Fotografia em preto e branco A fotografia nasceu em preto e branco, ou melhor, preto sobre o branco, no início do século XIX. Desde as primeiras formas de fotografia que se popularizaram, aproximadamente na década de 1830, até aos filmes preto e branco actuais, houve muita evolução técnica e diminuição dos custos. Os filmes actuais hoje têm uma grande gama de tonalidade, superior mesmo aos coloridos, resultando em fotos muito ricas em detalhes. Fotografia colorida A fotografia colorida foi explorada durante o século XIX. Durante a metade deste século as emulsões disponíveis ainda não eram totalmente capazes de serem sensibilizadas pela cor verde ou pela vermelha (total sensibilidade a cor vermelha só foi obtida com êxito total no começo do século XX). A primeira fotografia colorida permanente foi tirada em 1861 pelo físico James Clerk Maxwell. Fotografia digital Fotografia digital é a fotografia tirada com uma câmera digital ou determinados modelos de telemóvel. Em 1990, a Kodak lançou o DCS 100, a primeira câmera digital comercialmente disponível. Em 10 anos, as câmeras digitais tornaram-se produtos de consumo, e estão provavelmente a substituir, gradualmente, as suas equivalentes tradicionais em muitas aplicações.

Processos Fotográficos

Câmara escura


A câmara escura de orifício é um objeto totalmente fechado, com as paredes opacas e com um pequeno orifício em uma das faces. Ao colocarmos um pequeno objeto luminoso ou iluminado em frente à câmara, podemos observar a imagem formada na parede oposta ao orifício. Essa imagem é uma imagem real e invertida.

O olho humano se comporta como uma câmara escura de orifício, onde a luz entra pela íris, e o orifício central é a pupila. Ao penetrar a pupila, a luz chega à região oposta chamada de retina, onde a imagem é formada. Essa imagem, assim como na câmara escura, é invertida.

Na câmara escura, quanto menor for o orifício, mais nítida será a imagem formada pela câmara.



A primeira fotografia reconhecida é uma imagem produzida em 1826 pelo francês Joseph Nicéphore Niépce, numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo fotossensível chamado Betume da Judéia. A imagem foi produzida com uma câmera, sendo exigidas cerca de oito horas de exposição à luz solar. Nièpce chamou o processo de "heliografia", gravura com a luz do Sol.



Os três inventores da fotografia analógica

Louis Jacques Mandé Daguerre
Joseph Nicéphore Niepce
William Fox Talbot



Fotografia a preto e branco




Meio Tom



Fotografia a cores




A luminosidade na fotografia

Os diferentes processos são baseados na decomposição da luz branca em luzes coloridas em três cores primárias : azul, verde e vermelho e três complementares : ciano, magenta e amarelo. O filme colorido é constituído de três camadas. A primeira é sensível apenas ao azul, a 2ª só ao verde e a 3ª só ao vermelho. Os diapositivos coloridos são chamados de slides. O objeto a fotografar é uma prisma retangular colorido de apenas 3 cores, além do branco e do preto. As luzes coloridas refletidas pelo objeto vão impressionar respectivamente as camadas sensíveis ao filme.






Contraste de tom

É a justaposição entre matizes totalmente saturados. Basicamente, é o que nos faz distinguir e reconhecer cada tom individualmente. O contraste entre as cores primárias é tão forte quanto entre o preto e o branco.Quando as cores são separadas por uma faixa branca ou preta, o efeito é acentuado.



Contraste de luminosidade
É a relação entre cores de diferentes luminosidades. O auge desse tipo de contraste é entre o preto e o branco. O azul e o amarelo também exemplificam bem esse tipo de contraste.


Contraste de temperatura

Combinação entre os tons quentes e frios do círculo cromático. Neste tipo de contraste, intensificam-se as sensações térmicas motivadas pela justaposição de opostos. O que é frio parece mais frio; o que é quente parece mais quente. Quando duas cores quentes se sobrepõem, esfriam-se mutuamente.



Contraste de complementares

Dá-se pelo confronto de duas cores opostas no círculo cromático. Essas cores quando dispostas lado a lado ressaltam uma a outra, equilibrando-se mutuamente – teoricamente por formarem um cinza neutro.Esse tipo de contraste tem resultados demasiamente fortes, sendo necessáriomodular a saturação de uma delas para que a composição fique agradável.



Contraste de simultâneo

Está directamente relacionado ao contraste de complementares. É um processofisiológico onde o olho, ao absorver uma determinada cor, busca a sua complementar, e, na ausência desta, tenta reproduzi-la na cor localizada mais próxima da original. Podemos então dizer que em uma composição, cada cor assume uma parte do tom complementar de outra.
O cinza neutro é o tom que recebe mais influência de outros tons, embora qualquer cor possa sofrer este efeito. Na imagem abaixo podemos ver a actuação deste efeito. Perceba que o mesmo cinza neutro em um fundo azul tende a ser amarelado, e em fundo amarelo tende a ser azulado.




Lentes Fotográficas

Uma lente é um pedaço de material transparente, com pelo menos uma das faces curva, onde ocorre principalmente o fenômeno da refração da luz. As lentes já eram conhecidas na China desde o sec. X, usadas como queimadores não se tem notícia de serem aproveitadas suas qualidades ópticas. Na Europa são conhecidas desde o sec. XIV, como auxiliar à visão, em telescópios e 'camaras obscuras'. São fabricadas em vidro ou plástico. Na fabricação de vidro ótico são misturados óxidos de silício, alumínio, cálcio, potássio, chumbo e sódio. Variando-se a quantidade de chumbo, varia o índice de refração da lente; assim, o fabricante poderá manipular as propriedades óticas das objetivas.

As lentes podem ser convergentes (positivas - bordas finas) ou divergentes (negativas - bordas espessas), indicando o comportamento dos raios de luz que as atravessam. As modernas objetivas fotográficas combinam elementos divergentes e convergentes, obtendo, ao final um resultado convergente.

Foco: O foco é a convergência dos raios de luz provenientes de um determinado ponto do objeto. Apenas neste plano a imagem do objeto será absolutamente nítida. Há porém, uma limitação na capacidade do olho humano de perceber pequenas variações de nitidez. A acuidade visual varia de uma pessoa para outra, dentro de limites mais ou menos gerais.

Distância focal: Em uma lente simples, a distância focal equivale à distância entre o centro da lente e a imagem de um objeto situado no infinito. Nas objetivas, compostas de elementos convergentes (positivos) e divergentes (negativos), a distância focal é medida a partir do ponto nodal - plano imaginário no interior da objetiva onde o raio formador da imagem cruza o eixo da objetiva. Na prática, o ponto nodal irá corresponder ao centro óptico da objetiva.


Profundidade de campo

Consiste na extensão, à frente e atrás do objeto focado, que também apresenta nitidez de foco aceitável na imagem. Uma imagem c

om pequena profundidade de campo irá apresentar nitidez apenas nos objetos situados no plano de foco; com uma grande profundidade de campo, objetos situados à frente e atrás do plano de foco apresentarão nitidez aceitável para o olho humano, mesmo que não estejam absolutamente em foco.

A profundidade de campo varia de acordo com:

distância focal da objetiva: quanto maior a distância focal, menor a profundidade;

abertura do diafragma: quanto maior a abertura, menor a profundidade;

distância entre objeto e lente: quanto maior a distância, maior a profundidade;

Além do diâmetro do diâmetro do círculo de confusão, que consiste no menor círculo que será percebido como um ponto a uma determinada distância de observação: quanto maior o diâmetro maior a profundidade.

Círculo de Confusão

Comprimento de onda


Maquinas fotográfica analógica

As máquinas fotográficas se baseiam num princípio-base. É possível observar este princípio se nos encontrarmos numa sala escura onde exista um orifício numa parede, pelo qual entre luz vinda do exterior. O que quer que esteja no exterior, iluminado por essa mesma luz, vai ser reproduzido na parede.


Elementos essenciais da maquina fotográfica

Objectiva

A objectiva, é a forma mais simples, é uma lente convexa, ou seja, um disco de vidro modelado e polido, mais fino nos bordos do que no centro. A função da mesma é receber a luz de amplitude crescente que se reflecte no motivo, fazendo os raios convergir, de modo a criar uma imagem invertida, luminosa e nítida. Normalmente, uma objectiva é constituída por várias lentes que conduzem a luz para o plano focal.

Obturador

O obturador é um mecanismo que abre e fecha de modo a permitir a escolha do momento em que queremos tirar a fotografia. Este influencia o tempo total em que a película é exposta à luz, no caso das câmaras analógicas, ou o sensor, nas câmaras digitais. A este período de tempo, compreendido entre a abertura e o fecho do obturador, dá-se o nome de velocidade de obturação. A regulação da velocidade do obturador condiciona o resultado da imagem formada, na medida em que actua sobre a sua nitidez e luminosidade.

Diafragma

O diafragma é um dispositivo constituído por lâminas sobrepostas, colocado junto à objectiva, com o qual é possível regular a quantidade de luz que entra na câmara, consoante a escolha do diâmetro de abertura do mesmo.

Visor

O visor é o elemento da máquina que nos permite colocar a máquina de modo a enquadrar aquilo que é pretendido fotografar. Este difere de máquina para máquina, em alguns casos permite-nos ver exactamente o que vamos fotografar (máquinas reflex e ecrãs de máquinas digitais), noutros, existe uma margem de erro pois o visor é directo.


Composição fotográfica é a ordem dos elementos, do primeiro plano e dos motivos secundários, é também a qualidade estética que inclui textura, equilíbrio de cores e formas entre outras variáveis que combinadas formam uma imagem comunicativa e agradável de se ver.

A composição de imagem tem como objectivo alcançar um efeito emocional, passar um clima e quebrar a monotonia, pois compor não é só mostrar imagens bonitas mas sim fazer com que o espectador fixe a sua atenção nos pontos de interesse do assunto, esse interesse pode estar no primeiro plano, no meio ou atrás.

Composição simétrica

A composição simétrica significa solidez, estabilidade e força, é também eficaz na organização de imagens com detalhes elaborados. Uma das estratégias oferecida por uma apresentação simétrica é a simplicidade dos elementos de um tema.

composicao simetrica Composição Fotográfica

Composição radial

Composições radiais transmitem uma sensação de vida, mesmo que o motivo seja estático, isto é, são aquelas em que os elementos principais se espalham a partir do meio da imagem.

radial Composição Fotográfica

Sobreposição

A sobreposição de elementos no motivo tem como objectivo mostrar o aumento da profundidade e da perspectiva, como também convidar à observação dos contrastes no motivo.

sobreposicao Composição Fotográfica

Composição horizontal

A composição horizontal numa imagem, é um enquadramento largo e estreito que se adequa a certos motivos e conduz o olhar através das linhas em direcção ao assunto. Normalmente a composição horizontal é utilizada para transmitir estabilidade e/ou descanso.

horizontal Composição Fotográfica

Composição vertical

Ao contrário de uma composição na horizontal, a composição na vertical é uma composição alta e estreita que realça um panorama vertical, é também uma imagem que apenas pode ser captada erguendo a cabeça e olhando para cima.

vertical Composição Fotográfica

Composição diagonal

As linhas na diagonal conduzem o olhar de uma parte da imagem para outra e transmitem uma maior energia, dinamismo e movimento, e criam um caminho que conduz o nosso olhar de um canto ao outro da imagem.

diagonal Composição Fotográfica

Composição em círculo

Os motivos fotografados podem ter todas as formas e tamanhos, mas muitas vezes são as formas mais simples que se encontram numa composição fotográfica e as que têm maior interesse visual.

Os círculos produzem harmonia numa imagem, e se incluirmos numa composição uma forma redonda dominante, podemos verificar que ela não só atrai de imediato a atenção como também a nossa vista dificilmente se abstrai dela.

A perfeita simetria de círculos não pode conflituar com outros ângulos do próprio enquadramento, por isso, pode ser incluído praticamente em qualquer enquadramento sem prejudicar a imagem.

circulo Composição Fotográfica

Sombras

As sombras podem por vezes esconder detalhes importantes, tornando necessário que o fotógrafo diminua estas áreas escuras na fotografia. Existem alturas em que as próprias sombras se podem tornar num motivo, com efeito, estas são uma parte importante de muitas fotografias. Uma sombra permite-nos ver uma imagem de outra maneira, o tamanho e a visibilidade da sombra do motivo depende do ângulo da luz existente.

Ao fotografar sombras, o método mais frequente, é enquadrar a imagem de modo a que o motivo e a sombra criem uma composição simétrica, mas, um passo mais usado é enquadrar a imagem para que a própria sombra seja o centro da atenção.

sombra Composição Fotográfica

Reflexos

A maneira como as superfícies absorvem e reflectem a luz é o que nos permite vê-las. A luz reflectida é também uma parte integrante de qualquer cena em exteriores, iluminando áreas que de outra forma estariam na sombra. Porém, na maior parte das vezes, não vemos estes reflexos directamente.

No entanto, algumas superfícies são tão boas reflectoras que criam as suas próprias imagens, espelhando as coisas que estão á sua volta. A água, o vidro, e os metais polidos oferecem a oportunidade de fotografar coisas de uma maneira indirecta, resultando numa visão mais oblíqua do mundo.

reflexos Composição Fotográfica

Bibliografia

Pesquisa de cartazes Fotografia Analógica:





Cartaz de Fotografia

Neste módulo de fotografia analógica tinha que elaborar um cartaz para uma exposição na ESRP com várias fotografias que a turma tirou. O tema do módulo é retratos, expressões e movimento.



Esboços de cartazes :









Cartaz final



No cartaz coloquei um titulo criativo "O passado Esta de Volta" porque as fotografias analógicas hoje em dia não se usam tanto. Também pos o local da exposição e a data. Depois apliquei duas fotografias de rosto. No lado direito do cartaz coloquei uma maquina analógica.



Neste módulo acho que consegui concretizar tudo o que foi pedido, acho que fiz um bom trabalho por isso avalio-me com 18 valores.