



Oficina Gráfica | Módulo 13 | Produção Gráfica 2

Oficina Gráfica | Módulo 11 | Impressão 1

Impressão é a tarefa ou atividade de transferir para um suporte material qualquer (papel, tecido, plástico, acetato, madeira etc.) um determinado conteúdo ou conjunto de signos (letras, palavras, textos, figuras) armazenados em um formato digital para fins de comunicação.
A partir da impressão podem vir a publico fotografias, jornais, revistas, livros, cartas, documentos, folders, entre outros. Para executar uma impressão é necessário o uso de uma impressora, aparelho eletrônico que transfere o aspecto visual a uma superfície física através de variados recursos como laser e tinta.
Tipos de impressão
I
É o método mais comum da indústria gráfica e utilizado pela maioria das empresas que prestam serviços de impressão em grande escala. A impressão offset é uma ótima opção quando se necessita de economia. Basicamente o sistema de impressão utiliza a imagem gravada em uma chapa de metal transferindo a tinta para o papel através de cilindros de borracha.
Desde que foi introduzida a impressão digital tem ganhado muito do mercado gráfico, por sua agilidade e também pela facilidade do processo de impressão, pois as imagens são transferidas diretamente do computador para o papel, da mesma forma que as impressoras pessoais que temos em casa.
Um dos primeiros métodos de impressão, a tipográfica que foi criada por Gutenberg, utiliza o conceito de impressão em relevo, onde a imagem a ser impressa é gerada em uma superfície e depois transferida para o papel. Aos poucos esse método está se tornando obsoleto, ficando ultrapassado pelos métodos atuais que dão mais agilidade e recursos na produção gráfica.
È muito semelhante a fotocópia, pois a imagem é transferida para o papel através do calor, e assim como a impressão digital é indicada para produção de pequenas tiragens.
A serigrafia é um dos métodos de impressão mais antigos desta lista, também com a evolução da tecnologia tem perdido bastante do seu destaque, mas ainda é mito utilizado na produção de brindes e estamparia. Na serigrafia a imagem é gravada em uma tela de tecido, por meio de emulsões e posteriormente transferida para o papel ou a peça a ser personalizada.
Vantagens da impressão digital
Quando o trabalho de um cliente tem de ser impresso a preços baixos e em pequenas quantidades não resta alternativa que resolva esses dois pontos que não passe pela impressão digital. Até há algum tempo a impressão digital era tida como parente pobre da impressão de qualidade e se pretendíamos ter um trabalho impresso com qualidade tínhamos de nos submeter aos caprichos da impressão em offset. O desenvolvimento da tecnologia de impressão digital veio permitir que tenhamos impressões de alta qualidade no formato digital, com algumas vantagens sobre o offset que passo a enunciar:
A impressão digital dispensa a produção de fotolitos ou chapas.
Na impressão digital a prova é feita no mesmo equipamento da impressão final, logo o que o cliente aprova é exatamente o que você recebe.
Qualquer arquivo pode virar um impresso, até mesmo aqueles que originariamente não teriam qualidade para uma impressão off set convencional.
Na impressão digital, devido à simplicidade do processo e à viabilidade econômica para pequenas tiragens, pode-se imprimir apenas o que é necessário, garantindo impressos sempre atualizados e reduzindo os desperdícios.
Na impressão digital cada impresso pode ter conteúdo diferente (dados variáveis), possibilitando comunicação individualizada. Podendo mesmo receber informação de uma base de dados e personalizar cada conteúdo com um campo dessa mesma base de dados.
Bibliografia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Impressora
http://www.oficinadeimpressao.com.br/impressoes.html
http://www.copycats-printing.com/web/content/equipmentDetail.aspx?id=121
http://www.graficaebrindes.com/tipos-de-impressao-grafica.html


Como surgir a fotografia?
Processos Fotográficos
Câmara escura
A câmara escura de orifício é um objeto totalmente fechado, com as paredes opacas e com um pequeno orifício em uma das faces. Ao colocarmos um pequeno objeto luminoso ou iluminado em frente à câmara, podemos observar a imagem formada na parede oposta ao orifício. Essa imagem é uma imagem real e invertida.
O olho humano se comporta como uma câmara escura de orifício, onde a luz entra pela íris, e o orifício central é a pupila. Ao penetrar a pupila, a luz chega à região oposta chamada de retina, onde a imagem é formada. Essa imagem, assim como na câmara escura, é invertida.
Na câmara escura, quanto menor for o orifício, mais nítida será a imagem formada pela câmara.








Lentes Fotográficas
Uma lente é um pedaço de material transparente, com pelo menos uma das faces curva, onde ocorre principalmente o fenômeno da refração da luz. As lentes já eram conhecidas na China desde o sec. X, usadas como queimadores não se tem notícia de serem aproveitadas suas qualidades ópticas. Na Europa são conhecidas desde o sec. XIV, como auxiliar à visão, em telescópios e 'camaras obscuras'. São fabricadas em vidro ou plástico. Na fabricação de vidro ótico são misturados óxidos de silício, alumínio, cálcio, potássio, chumbo e sódio. Variando-se a quantidade de chumbo, varia o índice de refração da lente; assim, o fabricante poderá manipular as propriedades óticas das objetivas.
As lentes podem ser convergentes (positivas - bordas finas) ou divergentes (negativas - bordas espessas), indicando o comportamento dos raios de luz que as atravessam. As modernas objetivas fotográficas combinam elementos divergentes e convergentes, obtendo, ao final um resultado convergente.
Foco: O foco é a convergência dos raios de luz provenientes de um determinado ponto do objeto. Apenas neste plano a imagem do objeto será absolutamente nítida. Há porém, uma limitação na capacidade do olho humano de perceber pequenas variações de nitidez. A acuidade visual varia de uma pessoa para outra, dentro de limites mais ou menos gerais.
Distância focal: Em uma lente simples, a distância focal equivale à distância entre o centro da lente e a imagem de um objeto situado no infinito. Nas objetivas, compostas de elementos convergentes (positivos) e divergentes (negativos), a distância focal é medida a partir do ponto nodal - plano imaginário no interior da objetiva onde o raio formador da imagem cruza o eixo da objetiva. Na prática, o ponto nodal irá corresponder ao centro óptico da objetiva.

Profundidade de campo
Consiste na extensão, à frente e atrás do objeto focado, que também apresenta nitidez de foco aceitável na imagem. Uma imagem c
om pequena profundidade de campo irá apresentar nitidez apenas nos objetos situados no plano de foco; com uma grande profundidade de campo, objetos situados à frente e atrás do plano de foco apresentarão nitidez aceitável para o olho humano, mesmo que não estejam absolutamente em foco.
A profundidade de campo varia de acordo com:
distância focal da objetiva: quanto maior a distância focal, menor a profundidade;
abertura do diafragma: quanto maior a abertura, menor a profundidade;
distância entre objeto e lente: quanto maior a distância, maior a profundidade;
Além do diâmetro do diâmetro do círculo de confusão, que consiste no menor círculo que será percebido como um ponto a uma determinada distância de observação: quanto maior o diâmetro maior a profundidade.

Círculo de Confusão

Comprimento de onda

As máquinas fotográficas se baseiam num princípio-base. É possível observar este princípio se nos encontrarmos numa sala escura onde exista um orifício numa parede, pelo qual entre luz vinda do exterior. O que quer que esteja no exterior, iluminado por essa mesma luz, vai ser reproduzido na parede.

Objectiva
A objectiva, é a forma mais simples, é uma lente convexa, ou seja, um disco de vidro modelado e polido, mais fino nos bordos do que no centro. A função da mesma é receber a luz de amplitude crescente que se reflecte no motivo, fazendo os raios convergir, de modo a criar uma imagem invertida, luminosa e nítida. Normalmente, uma objectiva é constituída por várias lentes que conduzem a luz para o plano focal.
Obturador
O obturador é um mecanismo que abre e fecha de modo a permitir a escolha do momento em que queremos tirar a fotografia. Este influencia o tempo total em que a película é exposta à luz, no caso das câmaras analógicas, ou o sensor, nas câmaras digitais. A este período de tempo, compreendido entre a abertura e o fecho do obturador, dá-se o nome de velocidade de obturação. A regulação da velocidade do obturador condiciona o resultado da imagem formada, na medida em que actua sobre a sua nitidez e luminosidade.
Diafragma
O diafragma é um dispositivo constituído por lâminas sobrepostas, colocado junto à objectiva, com o qual é possível regular a quantidade de luz que entra na câmara, consoante a escolha do diâmetro de abertura do mesmo.
Visor
O visor é o elemento da máquina que nos permite colocar a máquina de modo a enquadrar aquilo que é pretendido fotografar. Este difere de máquina para máquina, em alguns casos permite-nos ver exactamente o que vamos fotografar (máquinas reflex e ecrãs de máquinas digitais), noutros, existe uma margem de erro pois o visor é directo.
Composição fotográfica é a ordem dos elementos, do primeiro plano e dos motivos secundários, é também a qualidade estética que inclui textura, equilíbrio de cores e formas entre outras variáveis que combinadas formam uma imagem comunicativa e agradável de se ver.
A composição de imagem tem como objectivo alcançar um efeito emocional, passar um clima e quebrar a monotonia, pois compor não é só mostrar imagens bonitas mas sim fazer com que o espectador fixe a sua atenção nos pontos de interesse do assunto, esse interesse pode estar no primeiro plano, no meio ou atrás.
Composição simétricaA composição simétrica significa solidez, estabilidade e força, é também eficaz na organização de imagens com detalhes elaborados. Uma das estratégias oferecida por uma apresentação simétrica é a simplicidade dos elementos de um tema.
Composições radiais transmitem uma sensação de vida, mesmo que o motivo seja estático, isto é, são aquelas em que os elementos principais se espalham a partir do meio da imagem.
A sobreposição de elementos no motivo tem como objectivo mostrar o aumento da profundidade e da perspectiva, como também convidar à observação dos contrastes no motivo.
A composição horizontal numa imagem, é um enquadramento largo e estreito que se adequa a certos motivos e conduz o olhar através das linhas em direcção ao assunto. Normalmente a composição horizontal é utilizada para transmitir estabilidade e/ou descanso.
Ao contrário de uma composição na horizontal, a composição na vertical é uma composição alta e estreita que realça um panorama vertical, é também uma imagem que apenas pode ser captada erguendo a cabeça e olhando para cima.
As linhas na diagonal conduzem o olhar de uma parte da imagem para outra e transmitem uma maior energia, dinamismo e movimento, e criam um caminho que conduz o nosso olhar de um canto ao outro da imagem.
Os motivos fotografados podem ter todas as formas e tamanhos, mas muitas vezes são as formas mais simples que se encontram numa composição fotográfica e as que têm maior interesse visual.
Os círculos produzem harmonia numa imagem, e se incluirmos numa composição uma forma redonda dominante, podemos verificar que ela não só atrai de imediato a atenção como também a nossa vista dificilmente se abstrai dela.
A perfeita simetria de círculos não pode conflituar com outros ângulos do próprio enquadramento, por isso, pode ser incluído praticamente em qualquer enquadramento sem prejudicar a imagem.
As sombras podem por vezes esconder detalhes importantes, tornando necessário que o fotógrafo diminua estas áreas escuras na fotografia. Existem alturas em que as próprias sombras se podem tornar num motivo, com efeito, estas são uma parte importante de muitas fotografias. Uma sombra permite-nos ver uma imagem de outra maneira, o tamanho e a visibilidade da sombra do motivo depende do ângulo da luz existente.
Ao fotografar sombras, o método mais frequente, é enquadrar a imagem de modo a que o motivo e a sombra criem uma composição simétrica, mas, um passo mais usado é enquadrar a imagem para que a própria sombra seja o centro da atenção.
A maneira como as superfícies absorvem e reflectem a luz é o que nos permite vê-las. A luz reflectida é também uma parte integrante de qualquer cena em exteriores, iluminando áreas que de outra forma estariam na sombra. Porém, na maior parte das vezes, não vemos estes reflexos directamente.
No entanto, algumas superfícies são tão boas reflectoras que criam as suas próprias imagens, espelhando as coisas que estão á sua volta. A água, o vidro, e os metais polidos oferecem a oportunidade de fotografar coisas de uma maneira indirecta, resultando numa visão mais oblíqua do mundo.